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ATIVIDADES EM DESTAQUE
Novo Ano, Vida Nova
Olhando para as paredes da nossa casa percebemos uma pequena mudança. Tiramos o calendário velho, manchado pelo tempo, riscado nas datas mais importante para nossa vida. Tiremos este velho calendário e colocamos um novo calendário. Não é só um calendário. Junto dele colocamos a esperança de um ano novo, de uma nova vida com saúde, paz, amor para todos. Esta mudança é simples: tirar e colocar. Esta ação marca o nascimento de um Ano Novo, uma Nova vida, uma nova realidade que se abre. Como vai ser este ano? Não sabemos, temos que percorre o mesmo. Com certeza ele vai ser do jeito que a gente quiser. Teremos problemas, dificuldades conflitos. Ainda bem, pois só assim vamos lutar para superá-los. Na vida nada é fácil. Só os que lutam sem medo sobrevivem. O certo é que temos sempre mais motivos para se alegrar do que para chorar. A vida é muito mais bonita e bela dos que as tristezas. Alegrias são bem maiores que os problemas. Durante o ano de dois mil e onze tantos gestos bons e bonitos aconteceram em nossa comunidade, em nossas famílias, na sua vida, por exemplo. Você parou para pensar nisto. Os gestos da vida brotaram espontaneamente. É a flor da vida se abrindo. É o passado que ilumina o presente e projeta o futuro. No final do ano paramos, avaliamos os trabalhos realizados e lançamos objetivos para futuro. Neste ano de dois mil e doze queremos gastar nosso vida em prol do bem comum e da evangelização, de modo especial na evangelização por meio das pré-missões que vai acontecer em nossa comunidade. Fazer com que o nome e a pessoa de Jesus sejam sempre mais conhecidos de modo especial neste ano em que a cidade de Passo Fundo se prepara para as Santas Missões Populares. Teremos também o tempo da Quaresma e da Campanha da fraternidade onde o tema nos levara a meditar, rezar sobre as pessoas Idosas. Em nossa paróquia, alem de tudo isto terá muitos momentos fortes, por exemplo, a festa e benção de São Cristóvão, as festas nas comunidades, os momentos de formação com as catequistas, formação dos missionários para as Santas Missões Populares. Motivos e momentos não faltam para eu fazer parte da comunidade. Caba a você dar a sua resposta, assim como fez Maria no momento da anunciação: Eis-me aqui, faça-se segundo a sua vontade. Pare, pense, aja, mas sempre com o intuito de fazer algo novo, algo de bom. Seja uma presença firme na sua família, no seu trabalho, na sua comunidade. É nos pequenos gestos feitos com sinceridade que percebemos como é grande o amor. Meu amigo, minha amiga para este ano tente, faça um ano diferente marcado pela vida e pelo amor, pela paz. Só você pode fazer isto. Este ano quero paz no meu coração. Comece por você. Que Deus nos ilumine nesta caminhada. Que possamos fazer a diferença. Deus se fez um de nos para que nos tornássemos eternos. Ele desceu de sua glória para caminhar com nos, para estar em nosso meio fazendo história com cada um. Feliz ano Novo, muito sucesso a todos.
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Advento: Chegada do Senhor
Um tempo de profecia: A palavra Advento significa chegada. Visto na ótica do Ano Litúrgico o Advento é o tempo de quatro semanas que a Igreja estabelece para que os fies se ponham na expectativa da chegada do Salvador e, vigilantes, se preparem para a solenidade das festas do Natal. Durante esse tempo, a Igreja convida os fiéis a tomarem presente a longa preparação do Povo de Deus do Antigo Testamento que através dos séculos e auxiliados pelos profetas, preparou-se para a chegada do Salvador. Convida, igualmente, o cristão olhar o passado e, junto com Maria, a mãe de Jesus, viver o presente, celebrando a Palavra de Deus, os Sacramentos e o mandamento do Amor em vista da vinda gloriosa do Cristo que virá no último dia. Advento, portanto, é tempo de preparação para receber o Cristo que veio o Cristo que vem e o Cristo que virá. Neste pano de fundo, destacam-se os três personagens que, por estarem ligados ao nascimento de Jesus, são colocados como modelo de preparação do Natal. Em primeiro lugar, aparece o profeta Isaias, o profeta que anuncia a chegada do Messias; em segundo plano, João Batista, contemporâneo de Jesus, que apresenta no meio do povo como o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo; e finalmente Maria que participa como mãe, na obra da redenção da humanidade. Recuperar o sentido do Natal: Estes três personagens aparecem no quarto domingos Advento, no primeiro domingo, o povo à conversão, introduz, no segundo e terceiro a presença e testemunho dos profetas Isaías e João Batista e, no quarto domingo, mais perto do Natal, o chamado de Maria. Além dessa preparação, a Igreja estabelece ainda o tempo forte de preparação que vai de 17 a 24 de dezembro, como novena de Natal para preparar mais intensamente o povo cristão. Há dezenas de anos, a Igreja preocupa-se em recristianizar o natal do Senhor. Completando as celebrações litúrgicas do Advento, convida as famílias cristãs a se organizarem em Grupos de Oração, para rezar e refletir a Palavra de Deus. Natal repleto de luz: Desse modo, o cristão, participando dos Cultos Litúrgicos e dos Grupos de oração, supra a tentação da sociedade de consumo e recupera o sentido cristão do natal do Senhor.
Fonte: Revista Salette, novembro e dezembro. Pág. 42 – 43.
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Você sabia que?
-Na região do Bairro São Cristóvão, segundo dados do IBGE de 2010, existe uma população de mais ou menos 20.491 habitantes, sendo que 10.590 mulheres e 9.901 homens. Uma diferença de 689.
-Em 2010 havia 4 pessoas com mais de 100 anos, sendo 3 mulher e 1 homem.
-Passo Fundo é a Décima segunda cidade mais populosa do RGS, com 186 mil/hab, sendo que no período de funcionamento das faculdades ultrapassa 200 mil/hab.
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Agradecimento – Acolhida
Em belo jantar de confraternização aconteceu no dia 17 de novembro o momento de agradecimento pelo belo trabalho voluntário que a equipe dirigente do ECC prestou durante o ano de 2011. A todos eles nosso muito obrigado. Ao mesmo tempo acolhemos com muita alegria os novos casais, que com alegria responderam positivamente ao convite para formar a nova equipe dirigente par ao não de 2012. São eles: Aurélio e Jussara; Zigomar e Ieda; Nico e Fran; Gonsalo e Janaina; Mari e Neri; Valde e Mari como casal apoio; Pe. Rodimar diretor espiritual. A nova equipe desejamos vom a luz do Espírito Santo muito sucesso.
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As cinco urgências na Ação Evangelizadora
Pe. Cristovam Iubel
As cinco urgências na Ação Evangelizadora: A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil tem um recado muito importante para todos nós cristão. Esse recado esta nas Diretrizes da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil: 2011 – 2015, e diz que é hora de mudar o nosso jeito de anunciar a Pessoa e o Evangelho de Jesus Cristo. A humanidade está passando por enormes transformações, mas nós continuamos evangelizando como se nada de novo estivesse acontecendo. As consequências são graves; as pessoas não tem interesse, ou não entendem o que nós temos a anunciar. Por isso os Bispos pedem que aconteça, em cada um de nos, e em cada comunidade, uma conversão pastoral. Temos de mudar para responder as questões e às esperanças desse novo tempo! O que fazer? Acolher as cinco urgências e mistura-las com tudo o que fazemos na pastoral. Tê-las sempre presente, recordá-las, aprofundá-las, vivenciá-las. Se queremos que Jesus e o Evangelho cheguem ao coração e à mente das pessoas temos que fazer dessas urgências caminhos pelos quais todos nós, sem exceção, vive os o nosso discípulos missionários do Senhor.
1. Igreja em estado permanente de missão
Temos que sair de nos mesmo, de nossas comunidades, de nossas pastorais, de nossos movimentos, de toda a estrutura que edificamos e ir onde as pessoas estão; não somente ficar a espera delas, mas procurá-las para falar de Jesus Cristo e dos Evangelhos. Faz parte da identidade da Igreja ser missionaria; se ela deixar de ser missionária, deixa de ser Igreja! Enquanto o mundo está cada vez mais veloz e dinâmico, nós permanecemos sentados, acomodados, e ainda nos queixamos de outras igrejas. É hora de acordar, de assumir a missão recebida no batismo: levar o evangelho às pessoas lá onde elas estão. Como fazer isto? Pelo testemunho pessoal, praticando o que professamos e ensinamos, e pelo testemunho eclesial, fazendo com que cada uma de nossas comunidades atraia as pessoas pela forma como viver o Evangelho, transbordando justiça, amor e fraternidade.
2. Igreja: casa da iniciação à vida cristã
A catequese, como a conhecemos hoje, está ultrapassada e já não evangeliza mais com eficiência. Isto quer dizer que ela estava errada? Não, mas que precisa ser urgentemente atualizada. Até há pouco, as crianças recebiam o primeiro anúncio de fé em casa; hoje, a maioria delas chega para a catequese na comunidade sem saber quem é Jesus. Antes a catequese continuava o que a família havia começado; hoje ela parte praticamente do zero. Por isso, a catequese oferecida pela comunidade – para as crianças, adolescentes, jovens e adultos – deve ser necessariamente uma experiência de Jesus. Deve ter doutrina, mas também um encontro íntimo com o Senhor. E deve levar o catequizando a fazer do aprendizado um compromisso para toda a vida e a vida toda. A nossa catequese catequiza? Os nossos diversos cursos e encontros catequizam? A nossa pastoral faz com que os batizados se tornem, de fato, discípulos missionários? Ou nós atualizamos a catequese, ou não teremos quem se interesse por ela.
3. Igreja: lugar de animação bíblica da vida e da pastoral
A Sagrada Escritura é a Palavra de Deus que ilumina os cristãos enquanto discípulos missionários de Jesus presente em todo o mundo. Na teoria está tudo certo, mas e na prática? Que lugar a Bíblia ocupa em minha vida? Quando ela me auxilia nas decisões que tomo no dia a dia? Com que interesse ela é ouvida quando proclamada em nossas celebrações, catequese, encontros? Ela é de fato luz que ilumina a nossa vida pessoal e comunitária? Ou nós redescobrimos a Bíblia, ou em pouco tempo ela não passará de um livro de autoajuda. Enriquecida pela tradição e pelo ensinamento do Magistério da Igreja, a Sagrada Escritura tem a força de transformar as nossas vidas e o mundo. Para tanto, ela deve ser manuseada, refletida, rezada, vivida, amada. Deve ser o livro texto de cada comunidade cristã, que nela encontra o próprio Cristo, a Palavra mais profunda e íntima que Deus nos disse ao se revelar a nós. A comunidade é o lugar por excelência aonde devemos nos deixar entusiasmar pela bíblia e pela sua proposta de um mundo novo, encontrada e concretizada em Jesus.
4. Igreja: comunidade de comunidades
Vivemos numa época em que somos orientados ao individualismo e ao subjetivismo, inclusive na fé. É comum ouvirmos pessoas afirmarem que têm fé, mas não religião; ou que crêem em Deus, mas não querem pertencer a nenhuma Igreja. Como se Deus fosse apenas um produto a mais, não essencial, mas descartável. Tendo consciência do valor e do significado da adesão pessoal a Jesus, não podemos professar e praticar a fé de forma coerente se não fizemos em comunidade. Mas em que comunidade? Na comunidade Igreja, presente nas diversas dioceses e igrejas particulares e concretizadas nas paróquias. Daí a necessidade de renovação da estrutura paroquial, fazendo dela um espaço de acolhida, solidariedade, de fraternidade, de vivência da fé. Enquanto nossas comunidades continuarem a ser apenas ajuntamento de pessoas, em que terminada a atividade pastoral cada um vai para o seu canto, não seremos a família de Deus inaugurada por Jesus. A paróquia é chamada a ser uma rede de comunidade, onde os batizados participam de comunidades eclesiais de base, de grupos de reflexão, de grupos de famílias, entre outros. Se não houver alegria em participar da vida comunitária é porque estamos fazendo da fé um produto para mero consumo pessoal.
5. Igreja a serviço da vida plena para todos
O nosso Deus é Deus da vida, e não da morte! Que significado tem a fé se não estiver a serviço da vida plena de todas as pessoas? Como podemos dizer que cremos no Deus da vida ao mesmo tempo em que promovemos a cultura da morte pelo aborto, pela eutanásia, pela tortura, pela opressão, pela marginalização, pela exclusão? Ser cristão é sinônimo de ser anunciador, defensor e promotor da vida. A ambição desenfreada, a avareza desumanizadora e o egoísmo exterminador pisoteiam a vida e ferem a dignidade humana. Diante da morte programada, e às vezes até mesmo querida, não temos o direito de nos calar, nem enquanto indivíduos, nem enquanto comunidades, nem enquanto Igreja! Com os empobrecidos somos chamados a buscar sem descanso a vida plena para encontrarmos em Jesus. O nascituro, o enfermo, o envelhecido, o marginalizado, a natureza gritam profeticamente aos ouvidos, recordando-nos que o nosso Deus é o Deus da vida!
As cinco urgências: exagero da Igreja? Não! Os bispos do Brasil não estão exagerando ao afirmar que diante dos apelos das pessoas e da sociedade, nós como batizados e batizadas, e enquanto comunidade temos que nos converter. Quem deve se converter? Eu, você, todos nós! Todas e cada uma das comunidades! Não é exagero; é necessidade. Quem clama a nós por meio dos Bispos é o próprio Jesus, presente na Eucaristia, na Palavra, na comunidade orante, no próximo.
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