Padre Dionísio Benvegnú: 50 anos de entrega e dedicação à Igreja

Dedicar a vida ao próximo a ao projeto de salvação. Esta é apenas uma das formas capazes de definir o que são cinco décadas dedicadas ao sacerdócio. No dia 26 deste mês, o padre Dionísio Benvegnú, que há quase um ano atua na paróquia São José, em Montauri, completou 50 anos de ordenação. Para comemorar, uma celebração - que destacou a história do padre e a importância do sacerdócio nas comunidades - reuniu os amigos, parentes e padres da Arquidiocese na cidade onde está atuando.

Presidida pelo padre Dionísio Benvegnú, a celebração de Ação de Graças foi acompanhada pelo arcebispo metropolitano, dom Rodolfo Luís Weber e pelo clero da Arquidiocese.  Durante a homilia,  dom Rodolfo ressaltou a importância do sacerdócio, da missão e da gratidão que envolvem o ministério. “Hoje fazemos uma oração de gratidão pelos 50 anos de vida sacerdotal do padre Dionísio, que celebra conosco. Nos unimos ao sentimento de gratidão e louvor a Deus. Os serviços da Igreja, não são fruto do mérito humano ou direito do homem, mas Deus confia a nós - não pela nossa grandeza, mas pela gratuidade do Senhor”, iniciou e engatizou a importância de agradecer pelo momento vivido. “Deus confere aos seres humanos uma tarefa. Por isso, o padre Dionísio se sente como um servidor que, durante os 50 anos, exerceu a nobre e bela tarefa de levar Deus aos homens. Nossa palavra é de gratidão, reconhecimento e alegria pelo caminho percorrido até então”, concluiu.

Em sua fala, o padre Dionísio agradeceu a presença e apoio de todos que, em sua vida, estiveram ao seu lado. “Jubileu é alegria. É a graça de Deus acontecendo na vida e na história da pessoa. Jubileu é tempo de perceber que a história é feita de sonhos, esperanças e projetos. É tempo de agradecer, celebrar e renovar as esperanças. Da minha parte, fica a palavra gratidão.”, enfatizou.

“Tudo transpirava Deus”
Sobrinho do Monsenhor João Benvegnú – considerado o Servo de Deus pela Igreja -, o padre Dionísio Benvengú nasceu e cresceu em uma família onde, segundo ele, “tudo transpirava Deus”. De fato, além do Monsenhor João Benvegnú, padre Dionísio conviveu com irmãs e primos que se dedicaram para a vida consagrada. A única irmã que não se tornou religiosa é mãe dos padres João e Leonardo Foschiera. “Este foi o ambiente de incentivo”, destaca.

Levar Deus
O lema de ordenação escolhido pelo padre Dionísio – “Levar Deus aos homens e os homens a Deus” – é, desde o dia 26 de janeiro de 1968, a inspiração para a vida no sacerdócio. Ordenado na paróquia São Domingos, em São Domingos do Sul, o padre atuou lá 20 anos antes de ser transferido, no último ano, para Montauri. Antes disso, no entanto, já atuou nas paróquias de Evangelista, Tapejara, São Valentim do Sul, Casca, Vanini, Vila Maria, Sertão e Nossa Senhora da Glória, em Carazinho.

Sammara Garbelotto
Assessoria de Comunicação da Arquidiocese de Passo Fundo
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